Vive le déréglement des senses!
Un paradis artificiel canta na minha
cama poliglota e mistura-se com
Janis Joplin querendo sair, voando
por todas as curvas da minha rota.
Menina, um beijo, um queijo,
uma alegria na esquina, menina.
Estamos por aí, é summertime,
tudo sugere canções antigas, vidro,
alumínio, pulso e estricnina.
Estamos por aí, na teia
da aranha, na trama
das luzes sacanas dançando o seu sexo
entre a polícia e a marijuana
– deitado em minha cama parabólica
tous mes senses déréglés salen por la ventana.
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